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  Nossas Escaladas

 

 

CORDILLERA REALA (Bolivia)
09 al 26 de Julho, 2004

 

Foto AmpliadaAinda é possível viajar para um país onde não se faz necessário procurar pelas tradições pois elas estão por todos os lados.  Este país se chama Bolívia.  Uma combinação única de pitorescas paisagens e grupos étnicos que surpreendem constantemente os viajantes.  Considerada “A síntese cósmoca do mundo”, a Bolívia é um dos 8 países do mundo com grande variedade de paisagens no Altiplano Andino, na selva Amazônica, altos picos nevados, vales Andinos e cidades que foram declaradas patrimônio cultural da humanidade... são todos de espetacular beleza.  E tudo isso com a acolhedora hospitalidade de seu povo.  Mais de 32 grupos étnicos que formam um mosaico cultural, linguístico e folclórico permitem desfrutar de momentos inesquecíveis.Foto Ampliada

Situada no coração da América do Sul, a Bolívia é quase tão grande como o Alaska ou do tamnho da França e Espanha juntos.  Dos países andinos é o menos colonizado e em termos de economia é um dos países mais porbres do continente.  Um grande contraste comparado com suas incríveis paisagens e abundância de altas montanhas.  São aproximadamente 1.000 montanhas com mais de 5.000 metros de altitude com novas vias de escalada em todas elas e umas poucas montanhas de 5.000 metros em áreas menos visitadas, esperando pela sua primeira conquista.

A Bolívia vive hoje uma economia e política estável com uma das taxas de inflação mais baixas da América Latina.  A Bolívia é mais segura que o paíz vizinho Perú, em termos gerais de roubos e furtos, suas escaladas são mais desafiantes que no Equador e o clima é de longe, melhor que na Patagonia.

 

AS CORDILHEIRAS:

As cadeias montanhosas se encontram todas localizadas no lado oeste do país, dos dois lados do Altiplano que se extende de noroeste a sudeste.  Todo o platô mede aproximadamente 800 Km de comprimento por 160 Km de largura e a média de altitude é mais de 3.500 metros.

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CORDILHEIRA REAL:
A cordilheira mais importante da Bolívia é a Cordilheira Real considerada um dos grupos de montanhas mais importantes do mundo.  Foi nominada assim por colonizadores espanhóis devida sua majestosa parência quando observada desde o Altiplano.  Daí é possível observar os 160 Km de largura desta Cordilheira, desde o Illimani a sudeste até o Illampu a noroeste. Mais tarde, alpinistas austríacos chamaram de “O Himalaia do Novo Mundo”.  


 

GRUPO CONDORIRII

Foto AmpliadaEste incrível grupo é composto por mais de 13 picos acima dos 5.000 metros.  Cada um deles é acessível em uma dia a partir do acampamento base que se encontra a beira do lago Chiar Khota (Lagoa Negra) com uma visão da Cabeça de Condor e suas duas asas.Foto Ampliada

O tempo de viagem entre La Paz até Villa Tuni, via Patamanta, é de duas horas.  De Villa Tuni se pode acessar o acampamento base na costa do Lago Chiar Khota (4.600 m.) em aproximadamente 3 horas de caminhada. O acampamento base conta com instalações mínimas como latrinas, água potável y guardas de acampamento fornecidos pela cominudade local.

 


 

TARIJA (5200 Mts.)

Uma montanha sem dificuldades técnicas ideal para um plano de aclimatação. Seu cume pode ser acessado a partir do acampamento bases em 4/5 horas de caminhada pelo glaciar sul e a última parte é um filo de neve exposto com 20 metros de extensão e sem dificuldades técnicas.

 

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PEQUENO ALPAMAYO (5.370 Mts.)
 

Filo oeste-suDoeste, Via Normal.

Dificuldade: III-/AD, 45-55º, 250 m.

Depois do cume do Tarija, 50 m. de descida por rocha (5.3/II) até alcançar outra vez a neve.  A partir daí se chega no cume em aproximadamente 1 hora.  


 

CABEÇA E CONDOR (5.648 m.)
 

Filo suDoeste, Via Normal.

Dificuldade: III/AD+, 55º, 400 m.

Uma via por un clássico filo alpino e uma das mais bonitas vias de escalada da Boívia.  A ascensão  a partir do acampamento base até o cume demanda aproximadamente 7/8 horas.  

 


 

HUAYNA POTOSÍ (6.088 M.):

 

Face leste, Via Normal.

Dificuldade: II/AD-, 50º, 600 m.

A partir do acampamento base (4.600 m.) a asce Foto Ampliadansão até o cume demanda dois dias, descendo no mesmo dia do cume até o acampamento base outra vez.  O Acampamento Argentino (campo alto), ponto de onde parte a caminhada ao cume no segundo dia, se encontra a 5.450 m., sobre o glaciar.  

 

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